terça-feira, 18 de março de 2014

Caqui!

Alguns probleminhas técnicos depois... salva não pelo gongo, mas pelo Véio, continuo caminhando pelas trilhas do mundo virtual com passos ainda um pouco tímidos, coisa pouco esperada de uma andarilha cotidiana.
As banquinhas de fruta espalhadas pelas esquinas de São Paulo já estão oferecendo as caixinhas de caqui, chegou sua época! Porém, a esquina desta fruta é outra, avenida Angélica com a continuação da Paulista(o pedacinho depois da Consolação), nesse encontro há um caquizeiro carregado, parece árvore de sítio e na rua Rio de Janeiro, perto da rua José Pereira de Queiros, há um outro, carregado tanto quanto, por qualquer razão, dá alegria olhar para eles. 
Caquizeiro do encontro entre Angélica e Paulista
Às vezes, penso que caqui é uma frutinha antiga, nunca liguei muito para ela, gostava porque meu bisavó Luisinho cuidava de seus caquizeiros com cuidado, eles ficavam no quintal mais lindo e gostoso que conheci, porém, até lá, eles eram coadjuvantes, quem reinava mesmo eram as jabuticabeiras, tantas, carregadas, elas eram poderosas. Elas davam tanta fruta que depois de uma invasão de meus primos e minha, minha bisavó, Dona Sinharinha, fazia geleia, preta, densa, era demais.
Quando mudei para São Paulo, descobri o caqui, adoro quando chega a época, acho uma delícia: gostoso e barato, ou eu estou ficando velha ou o caqui se reinventou!

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